21 de ago de 2009

Garçom por favor!

Nobres amigos leitores, pois é o titulo desse post faz referência, aquela famosa solicitação de presença deste profssional, o garçom à nossa mesa. Mas também é verdade que muitas vezes nos sentimos, ou até mesmo fazemos papel daqueles sinalizadores que ficam em pista de pouso em aerporto com aquele bastão luminoso na mão tentando chamar à atenção do mesmo para que venha nos servir. Um garçom bem treinado, fica atento ao movimento dos ocupantes da mesa, e prontamente lhes entrega o cardápio e anota os pedidos adequadamente enfileirando-os na sequencia para os devidos setores do restaurante/bar.

Porém na maioria das vezes, esse profissionais que muitas vezes tem sua formação por pratica de serviço e não por qualificação através de uma instituição própria, vêm cheios de vícios de profissão, e não nos atende como esperávamos e que reiteradamente a propaganda do estabelecimento ressalta a qualidade do serviço. Trocando em miúdos nos da vontade de jogar um talher ou um copo no chão para que com o barulho, eles percebam a nossa presença no ambiente. Para que esse tipo de situação não aconteça, inicialmente o empresário deverá mensuar sua demanda de clientes, diante a esse montante, traçando uma linha imaginária ele deverá dividir o salão ou a área em que ficam as mesas, por "praças" e para cada praça destinado um garçom assim eles criarão um sentimento de propriedade, ocasionando um melhor atendimento.

Recentemente, fui a São Paulo, e encontrei um objeto interessantíssimo em minha mesa, graças a teconologia, notei uma campainha sem fio em minha mesa, a qual quando de necessidade do cliente, era acionada e por um comando no caixa era informado o número da mesa solicitante e passado ao garçom, facilitando e agilizando o processo de atendimento. Tinha que ser em São Paulo. Mas de qualquer forma fica então a dica para melhorar o serviço de atendimento em estabelecimentos do ramo de alimentação.

Um comentário:

  1. Gostei desse assunto, e vejo que o problema é maior que isso. Aqui em Cuiabá já existem esses recursos tecnológicos que auxiliam o trabalho do garçom, mas também vejo que, pelo menos aqui em Cuiabá e algumas capitais o que precisa é a cultura da hospitalidade profissional...é investimento do empresário, do profissional, e principalmente politicas publicas sérias e comprometidas com a formaçao profissional.( considere-se isso como cursos planejados e ministrados por profissionais)

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