Certa vez fui convidado por um grupo de amigos para irmos a um determinado estabelecimento temático destinado aos fãs do futebol. Apesar de part
icularmente não gostar de futebol optei em ir, pela curiosidade de conhecer o local, pois sempre passei de carro em frente ao mesmo, e a apresentação do bar me chamava à atenção, diante ao bom gosto do proprietário, e o cuidado com os detalhes na montagem e decoração do estabelecimento.
Pois bem, seguimos rumo ao determinado bar, e quando de nossa chegada, apesar de ser em um dia de decisão entre os times, de acordo com o horário que chegamos, haviam mesas disponíveis. Porém ficamos esperando certo tempo até que o garçom se organizasse, e montasse nossas mesas (pois haviam mesas disponíveis, são daquelas dobráveis de metal, mas estavam empilhadas). Feito isso, sentamos e optamos por pedir cerveja, a qual levou aproximadamente 15 minutos para chegar. Em seguida pedimos os petiscos, aí começa a lamúria. Folheando o cardápio, não tivemos muitas opções atrativas e escolhemos uma das mais simples, uma porção de calabresa com mandioca ou aipim se preferirem. Como no nosso grupo havia um individuo que é vegetariano, o mesmo levou mais tempo na escolha de seu petisco. Diante a essa demora o garçom que visivelmente estava agitado por não dar conta de atender aos pedidos da área em que se localizava nossa mesa, anotou o nosso pedido e pediu ao nosso amigo duvidoso que fosse escolhendo enquanto ele atenderia uma mesa ao lado. Até aí t
udo bem, não vi mal nenhum nesse ato do garçom. Tão logo ele atendeu a outra mesa e se encaminhando para o interior do bar, passou por nossa mesa para anotar o pedido do nosso amigo vegetariano, o qual pediu meia porção de mandioca somente.
Inacreditavelmente passados 40 minutos chega a apetitosa meia porção de mandioca do nosso querido amigo. O garçom entregou e logo sumiu.
Olhamos-nos e ficamos perguntando sobre a nossa porção de calabresa com mandioca que havíamos pedido anteriormente. Assim eis que me sai do bar outro garçom, cujo qual prontamente chamo-o à nossa mesa. E peço a ele por gentileza de verificar com a cozinha sobre o pedido, que entendíamos que outro garçom estava sobrecarregado que ele poderia ter se enganado e alterado a ordem dos pedidos. Caros amigos leitores acreditem se quiser, absurdamente, esse mesmo Senhor Denominado garçom, rispidamente apontou para si próprio e me perguntou “FOI PARA MIM QUE VC FEZ O PEDIDO?”
E eu respondi: “Não, foi para o outro garçom que esta lá para dentro.” E ele me respondeu no mesmo tom que me indagou: “AH... ENTÃO EU NÃO POSSO FAZER NADA POR VOCÊ!” e nos deu as costas.
Pois bem senhores, diante a essa ação não existe reação melhor do que simplesmente pagar o que havia consumido e nos levantar e irmos embora. E foi o que ocorreu, deixamos o estabelecimento e seguimos rumos a um trailer para comer um sanduíche e saciar a fome.
Voltando ao início, onde descrevo o cuidado com que o empresário desse determinado estabelecimento teve com a decoração e montagem do bar, pergunto-me onde está o cuidado com o material humano?
Será que adianta investir em infra-estrutura somente?
Pois bem, seguimos rumo ao determinado bar, e quando de nossa chegada, apesar de ser em um dia de decisão entre os times, de acordo com o horário que chegamos, haviam mesas disponíveis. Porém ficamos esperando certo tempo até que o garçom se organizasse, e montasse nossas mesas (pois haviam mesas disponíveis, são daquelas dobráveis de metal, mas estavam empilhadas). Feito isso, sentamos e optamos por pedir cerveja, a qual levou aproximadamente 15 minutos para chegar. Em seguida pedimos os petiscos, aí começa a lamúria. Folheando o cardápio, não tivemos muitas opções atrativas e escolhemos uma das mais simples, uma porção de calabresa com mandioca ou aipim se preferirem. Como no nosso grupo havia um individuo que é vegetariano, o mesmo levou mais tempo na escolha de seu petisco. Diante a essa demora o garçom que visivelmente estava agitado por não dar conta de atender aos pedidos da área em que se localizava nossa mesa, anotou o nosso pedido e pediu ao nosso amigo duvidoso que fosse escolhendo enquanto ele atenderia uma mesa ao lado. Até aí t
Inacreditavelmente passados 40 minutos chega a apetitosa meia porção de mandioca do nosso querido amigo. O garçom entregou e logo sumiu.
Olhamos-nos e ficamos perguntando sobre a nossa porção de calabresa com mandioca que havíamos pedido anteriormente. Assim eis que me sai do bar outro garçom, cujo qual prontamente chamo-o à nossa mesa. E peço a ele por gentileza de verificar com a cozinha sobre o pedido, que entendíamos que outro garçom estava sobrecarregado que ele poderia ter se enganado e alterado a ordem dos pedidos. Caros amigos leitores acreditem se quiser, absurdamente, esse mesmo Senhor Denominado garçom, rispidamente apontou para si próprio e me perguntou “FOI PARA MIM QUE VC FEZ O PEDIDO?”
E eu respondi: “Não, foi para o outro garçom que esta lá para dentro.” E ele me respondeu no mesmo tom que me indagou: “AH... ENTÃO EU NÃO POSSO FAZER NADA POR VOCÊ!” e nos deu as costas.
Pois bem senhores, diante a essa ação não existe reação melhor do que simplesmente pagar o que havia consumido e nos levantar e irmos embora. E foi o que ocorreu, deixamos o estabelecimento e seguimos rumos a um trailer para comer um sanduíche e saciar a fome.
Voltando ao início, onde descrevo o cuidado com que o empresário desse determinado estabelecimento teve com a decoração e montagem do bar, pergunto-me onde está o cuidado com o material humano?
Será que adianta investir em infra-estrutura somente?
E treinamento do pessoal de frente de atendimento?
Fica aqui, portanto essas questões a serem respondidas.






